O Luxo e a Alameda Gabriel Monteiro da Silva

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A Alameda Gabriel Monteiro da Silva é um dos melhores exemplos da concentração de marcas de luxo em São Paulo.

O endereço agrega inúmeras lojas que atendem os profissionais ligados às áreas de design, decoração, arte e arquitetura de interiores, bem como o consumidor final, e que apresentam uma síntese dos conceitos de luxo mais atuais, que vão desde o prazer de vivenciar experiências singulares a produtos para morar bem e com qualidade, passando pelo atendimento diferenciado.

Materiais nobres, sustentáveis e ecologicamente corretos completam os motivos pelos quais a Alameda se constitui em um exemplo do luxo na decoração no Brasil, além de contar com uma oferta de serviços complementares e suplementares à experiência sensorial de saber-se diferente, como bancos, supermercados, escritórios de advocacia, clínicas conceituadas, etc.

A Gabriel Monteiro da Silva encontra-se localizada na região dos Jardins, especificamente o Jardim Paulistano, e serve como limite ao Jardim Europa, regiões historicamente nobres. O próprio conceito de uma alameda, com arborização e curvas, constitui- se em um luxo, numa cidade árida e carente de verde, como São Paulo.

A região onde hoje se encontra o Jardim Paulistano, por exemplo, era originalmente uma várzea do Rio Pinheiros e se beneficiou da retificação deste rio e da reversão de suas águas para alimentar a Usina Hidrelétrica Henry Borden, na década de 1920. As obras cessaram os alagamentos na região e dos terrenos que pertenciam a Manoel Garcia da Silva.

Com o sucesso de vendas do vizinho Jardim América, o engenheiro-arquiteto Hipólito Gustavo Pujol Jr. desenvolveu para a região, em 1922, um projeto com as diretrizes de cidade-jardim: ruas curvilíneas, intensa arborização e integração a praças e jardins externos. As praças ainda conservam espécies como ipês, sibipirunas, flamboyants, jacarandás e palmeiras do projeto original, que cobria uma área de 900 mil m2 e 49 quadras.

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